sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Medo...
As pessoas tem tanto medo, eu tento me libertar do meu, mas tenho medo do medo alheio. É medo de amar, de não amar, arriscar, se arrepender. Mais que simples medo, paranoia!
Proponho então, uma vez, ao menos uma vez, abandonemos o medo, a insegurança e a paranoia que nós corroi.

Para alcansar a verdadeira liberdade, as vezes é preciso perder, mas essas perdas não serão tão sgnifcativas diante do que conquistamos.
Esse é o meu Pólux, assumindo responssábilidade, e tentando crescer, pois quando ele concorda com o meu Cástor, o que flui é sabedoria pura.